Apesar de ter um casamento estável e filhos bons e
convertidos, sinto-me pouco à vontade ao falar a respeito desse assunto. Isso
porque, contudo que tenha sido abençoado por Deus nessa área, reconheço-me
extremamente falho nesse aspecto. Porém, alguém teria que fazê-lo e, parte
dessa tarefa, coube a mim nesse dia. É muito necessário falar sobre essa área
tão sensível para todos nós, pastores e lideres cristãos.
Escolhi ser mais genérico e me focar mais, apenas em
algumas das razões para cuidarmos desta área, deixando para o Pr. Eduardo a
responsabilidade de falar sobre “como” devemos fazer, Ou seja, o que Deus
requer que façamos em função desses argumentos. Em resumo: Vou apenas preparar
nossos lombos para o que vem a seguir (Obs: Pastor Eduardo A. Cadete da Igreja
Batista em Jd das Flores-Osasco foi incumbido de falar sobre isso na ocasião).
Falaremos obre a importância da relação entre o pastor/diácono com seus filhos
e essas “mulheres sem nome”. Sim. É assim que elas têm sido conhecidas. Talvez
você conheça muitos pastores e saiba os nomes deles. Mas, saberia dizer os
nomes de suas esposas? Geralmente, elas são conhecidas apenas como “a esposa do
pastor tal”. Bem, menos mal que seja assim. Seria pior se fosse o contrário.
Um outro lado da questão a ser avaliado, é que algumas
não tem nome nem rosto (nunca se vê). Elas não acompanham seus maridos quase
nunca. De fato, pode-se dizer que algumas nunca os acompanham, mesmo. Isso é
uma mal e justifica bastante o fato de não sabermos seus nomes. Quase não se
sabe que elas existem.
- A RAZÃO DE CUIDARMOS DA RELAÇÃO COM NOSSAS ESPOSAS.


